Riscos e oportunidades de clima e natureza, do cenário à decisão

Identifique, avalie e monitore riscos físicos, de transição e sistêmicos num só catálogo, com a origem de cada número e o disclosure de IFRS S2, TCFD e TNFD montado a partir dos dados.

Nota 4,9 de 5 no Capterra

Não deixe a sua análise de cenários virar um PDF esquecido

É comum grandes empresas investirem muito dinheiro em análises de cenários de riscos climáticos que acabam virando um documento estático, desalinhado da estratégia e que não passa em auditoria. Isso gera problemas de governança e não traz resultado real para a empresa.

Centralize a gestão de riscos ESG

Clima e natureza usam a mesma estrutura de avaliação e resposta. O status de cada requisito é calculado a partir do catálogo, da jornada LEAP e dos cenários, sem marcação manual.

  • IFRS S1 e S2

    Riscos e oportunidades com impacto financeiro, análise de cenários e revisão periódica demonstrada por ciclo. Base da CVM 193 no Brasil.

  • TCFD

    Governança, estratégia, gestão de riscos e métricas, com riscos físicos e de transição e as oportunidades no mesmo catálogo.

  • TNFD

    Dependências e impactos sobre a natureza, localizações prioritárias e riscos sistêmicos, com a abordagem LEAP nos mesmos quatro pilares do TCFD.

O ISSB está incorporando a divulgação de natureza ao IFRS S1 e S2 com base no TNFD, e o IFRS S1 já exige divulgar riscos materiais de natureza. Quem estrutura o TNFD agora chega à nova exigência com dados, localizações e histórico organizados.

Cada número com origem, método e responsável

Abra qualquer item e veja a matriz de probabilidade e impacto, o impacto financeiro em faixa e de onde ele veio. O auditor rastreia o número até a página do relatório.

  • Impacto mínimo, esperado e máximo com metodologia
  • Horizonte, ativos, operações e fornecedores afetados
  • Abas de resposta, cenários, evidências e histórico imutável

Análise de cenários que mostra o impacto líquido

Riscos nas linhas, cenários nas colunas. A leitura horizontal mostra como cada risco muda entre futuros; a vertical, o impacto líquido de cada cenário.

  • NZE 1,5°C, Políticas atuais, Alto aquecimento, IPCC SSP e cenários internos
  • Matriz de cenários do TNFD para a lente de natureza
  • Fonte, metodologia, data e responsável em cada célula

A análise da consultoria entra estruturada

A consultoria preenche o template e a plataforma liga cada valor ao catálogo. Antes de confirmar, a tela de reconciliação mostra o que não tem correspondente.

  • Upload por template ou entrada manual assistida
  • Riscos novos criados direto da reconciliação
  • Histórico por ciclo que demonstra a revisão exigida pelo IFRS S2

Natureza pela abordagem LEAP do TNFD

Uma jornada guiada para localizar, avaliar, analisar e preparar, que termina em itens do catálogo já preenchidos.

  • Ativos e fornecedores georreferenciados com critérios de sensibilidade
  • Matriz de dependências e impactos por atividade e localização
  • Resultados de ENCORE, IBAT, WRI Aqueduct e WWF Risk Filter importados

Disclosure calculado a partir dos dados

A Biblioteca de Frameworks mostra o que está atendido, parcial ou pendente em cada norma, e qual dado sustenta cada requisito.

  • IFRS S1 e S2, TCFD, TNFD, GRI 101 e ESRS E4
  • Requisitos que se atualizam conforme o catálogo é preenchido
  • Lacunas visíveis antes do relatório, não depois

Dúvidas sobre riscos e oportunidades

A Climoo faz a modelagem climática e de natureza?

Não. A plataforma não projeta temperatura por localização nem roda modelos de biodiversidade. Os resultados de consultorias e de ferramentas como CLIMADA, Jupiter, ENCORE, IBAT, WRI Aqueduct e WWF Risk Filter entram por upload estruturado ou entrada manual assistida, e a Climoo governa esses dados até o disclosure.

Quais normas o módulo atende?

IFRS S1 e S2, que a CVM 193 adota no Brasil, TCFD e TNFD, além dos requisitos de clima e natureza do GRI 201-2, do GRI 101 (Biodiversidade) e do ESRS E4. O status de cada requisito é calculado a partir do catálogo, da jornada LEAP e da análise de cenários.

Por que tratar clima e natureza no mesmo catálogo?

O TNFD foi desenhado espelhando os quatro pilares do TCFD, e o ISSB está incorporando a natureza ao IFRS S1 e S2 com base no TNFD. Um só catálogo evita fluxos duplicados, e um mesmo risco, como a escassez hídrica, pode ser marcado nas duas lentes.

O que é a abordagem LEAP?

É o método recomendado pelo TNFD para avaliar riscos de natureza: localizar onde a empresa opera e se abastece, avaliar dependências e impactos, analisar os riscos e oportunidades e preparar a estratégia e o disclosure. Na Climoo, cada etapa é guiada e termina em itens no catálogo.

Como a análise da consultoria entra na plataforma?

Pelo template de risco, cenário, impacto, metodologia e fonte, que a consultoria preenche. A plataforma liga cada valor ao catálogo e mostra uma tela de reconciliação antes de confirmar. Relatórios sem estrutura padronizada entram por entrada manual assistida, com o documento de referência anexado.

Como demonstrar a revisão periódica que o IFRS S2 exige?

Cada ciclo de análise preserva a versão anterior. O gestor compara a evolução das estimativas entre ciclos, e o histórico de alterações é imutável.

As oportunidades também entram no catálogo?

Sim, com a mesma estrutura dos riscos. O IFRS S1 exige divulgar oportunidades com o mesmo peso, e o catálogo cobre eficiência, produtos, mercados, resiliência e, na lente de natureza, proteção e restauração de ecossistemas.

Leve a análise de cenários para a gestão e para o relatório

Converse com um especialista ou teste a Climoo grátis por 7 dias.

Nota 4,9 de 5 no Capterra